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Mad Max

Esse é um filme que faz parte da seleção dos “Clássicos do COBRA”.

Eu tinha 16 anos quando vi este filme. Não sabia identificar onde se passava, pois estradas longas, carros de direção inglesa, desertificação, motos Kawasaki e um sotaque prá lá de esquisito da maioria dos seus protagonistas… simplesmente não combinavam. E para finalizar um sujeito com dois faróis azuis no lugar dos olhos, casado com uma mulher inexpressiva e fazendo sinalzinhos de surdo-mudo.

Mel Gibson. Jovem, bonito, forte, saudável. Uma vida pela frente e estradas a percorrer. Policial de interceptação. Dirige um Ford Falcon 74 XB. Amarelo, brega, veloz e de barulho ensurdecedor com seus 351 cavalos num V8 Cleveland. Logo de primeira, após seus colegas falharem em abordar um maluco das estradas (um deles dirige o mesmo carro e o outro um modelo mais lento o XA, que era o taxi predileto dos motoristas de Melbourne) ele coloca-se frente-a-frente com o marginal e este amarela. Morte imediata destroçando o Holden HQ Monaro V8, modelo 74. Max é “fool”.

Desfile de motos. Contei umas 11 do mesmo modelo com modificações apenas na aparência. São Kawasaki’s KZ-1000 modelo 77. Um sonho inimaginável, para mim e milhares de adolescentes que vibraram com a derrapada controlada de “Goose”, o melhor amigo de Max. O roteiro é bem linear e simples. Os malvados ficam revoltados com a morte do seu colega e querem vingança. Mas Max move-se mais mortalmente.

Numa sequência de fúria e destruição contra um casalzinho num Impala Chevy 59, a coisa fica feia. Pelado no trigal e amarrada no carro. Chocante. Depois, sabotam a moto de Goose e o queimam, após o velho truque do tijolo no vidro no carro reboque. Max fica “crazy”.

Max está de férias, na praia. Filhinho pequeno, esposinha carinhosa e frágil. Sorvete, mato, carro “station wagon” e absoluta tranqüilidade. Novamente cena impactante. Bolinha no chão, consorte idem. Max fica “Mad”.

Daí em diante e caçada torna-se impiedosa e os grandes planos dos arredores de Lara, ao norte de Geelong, com uma câmera com as originais lentes anamórficas são ideais para o melhor de tudo: seu carro preto como sua alma, o Interceptor GT351 modificado, modelo 73.

Carnificina geral, sangue espirrando, membros decepados. E a platéia ensandecida. Para nós Mad será sempre “insane”.

O que há de bom: os V8 potentes, as motos, o cenário, as motos, e a turminha maluquete do líder “Toecutter”
O que há de ruim: a impossibilidade – na época- de pelo menos vermos carros e motos daquele estilo num Brasil atrasado e de estradas esburacadas
O que prestar atenção: a Austrália pela primeira vez é mundialmente vista e Mel Gibson apresentado ao grande público
A cena do filme: a mulher correndo com o filho no colo, até ali eu achava que tudo iria acabar bem

Cotação: filme ótimo (@@@@)

* Você que e fã do C.O.B.R.A, agora pode interagir com ele através do Orkut.
Clique no link: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=660313573257370709

C.O.B.R.A

cobra@oquerola.com

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